História: 50 anos do Ford Mustang Bullitt

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A Ford revelou esta semana no Salão de Detroit, nos EUA, o Mustang BullitTM de terceira geração que comemora os 50 anos do modelo original protagonista de uma das perseguições mais famosas da história do cinema, no filme “Bullitt”, com Steve McQueen. A sequência eletrizante de quase 10 minutos pelas ruas de São Francisco, na Califórnia, impulsionou a mística do esportivo verde escuro que acabou dando origem a séries especiais.

O filme “Bullitt” estreou em 1968 e, com o passar do tempo, se tornou um clássico. Seu sucesso levou a Ford a criar, em 2000, um conceito do Mustang inspirado no modelo. A resposta do público foi tão positiva que ele acabou sendo lançado no ano seguinte em edição limitada de cerca de 6.500 unidades.

Herdeiros do ator Steve McQueen colaboraram com a Ford no design dessa série especial, que era equipada com um motor V8 de 4,6 litros, com potência de 265 cv e 42 kgfm de torque.

Em 2008, a Ford lançou a segunda edição do Mustang Bullitt, comemorando os 40 anos do filme. Como o original visto na tela, o carro se destacava pelo estilo despojado, dispensando emblemas e até o ícone do cavalo na grade dianteira, assim como spoilers e as clássicas entradas de ar nas laterais. Seu motor V8 de 4,6 litros trazia 50 cavalos adicionais de potência e 2,8 kgfm a mais de torque.

A terceira geração do Mustang BullitTM será vendida em edição limitada a partir de meados deste ano nos Estados Unidos, com motor V8 5.0 de mais de 480 cv e torque  de 58 kgfm. O carro foi apresentado no Salão de Detroit por Molly McQueen, neta de Steve McQueen.

Outra surpresa na apresentação foi a exibição do Mustang GT 1968 original do filme, cujo paradeiro ficou ignorado durante quatro décadas até ser recentemente localizado e restaurado. Seu dono atual herdou a relíquia do pai e teve a honra de dirigir o carro no palco durante o evento.

GALERIA DE FOTOS:

História: FORD DEL REY

 

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O Del Rey foi um dos modelos que ajudaram a firmar a tradição da Ford de fazer carros confiáveis, confortáveis e com ótimo acabamento, trazendo para o mercado brasileiro uma proposta que se destacou pelo padrão superior de requinte na categoria. Lançado em 1981, o sedã médio chegou com a difícil missão de substituir o imponente Galaxie Landau, bem maior, usando a plataforma do Corcel II. Uma história que vale a pena ser revisitada nesta seção de memória #TBT – “Throwback Thursday”.

O design do Del Rey foi marcado pela carroceria de linhas retas, com três volumes bem definidos e versões de duas e quatro portas. Ele era equipado com o robusto motor 1.6 do Corcel, de 69 cv, para oferecer economia de combustível, que passou a ser uma prioridade dos consumidores da época, e soube combinar essa característica com toques de inovação e requinte.

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Entre outros equipamentos, trazia trava de segurança para crianças nas portas traseiras, vidros elétricos e cintos de segurança retráteis, considerados grandes novidades na época. Mas o item mais marcante do Del Rey era o console no teto, símbolo máximo de distinção, semelhante aos vistos em aviões, com luzes de leitura e relógio digital com iluminação azul. A versão mais completa do sedã, chamada Ouro, oferecia ainda bancos de veludo, retrovisores com comando interno, rodas de liga leve e faróis de neblina.

A suspensão firme e silenciosa era outro atributo elogiado do veículo. Em 1983, o Del Rey ganhou a opção do câmbio automático e no ano seguinte incorporou o motor CHT, que tornou o seu desempenho mais ágil. A linha foi reestilizada em 1985, trazendo as versões GL, GLX e Ghia, e no ano seguinte passou a oferecer direção hidráulica de série. Em 1989, introduziu o motor 1.8.

Essas características e outros aprimoramentos mecânicos que se seguiram fizeram com que o modelo se tornasse referência em acabamento e versatilidade, introduzindo no Brasil o conceito de carros médios de luxo. Em seus 10 anos no mercado, o Del Rey vendeu cerca de 350.000 unidades e representou com brilho os valores da marca. Em 1992, foi substituído pelo Versailles e deixou saudades nos fãs que viveram essa década de grandes transformações.

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História: RANGE ROVER

 

Desde a revelação do primeiro Range Rover em 1970, o veículo nunca deixou de evoluir. O SUV mais luxuoso do mundo exibe os mais altos níveis de sofisticação, inerente capacidade e inspiração de design, junto com os avanços tecnológicos que o distinguem. Vamos olhar para a história da série de SUVs de luxo conhecida como a família Range Rover.

 

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1969 – Protótipo Range Rover Velar

Para manter o protótipo do primeiro Range Rover um segredo muito bem guardado, os designers e engenheiros por trás desse veículo novo e revolucionário deram-lhe o nome “Velar”, derivado da palavra italiana “velare”, que pode ser traduzida como “cobrir com um véu”. Os primeiros 26 protótipos inclusive vinham com um emblema com o mesmo nome para esconder sua identidade.

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Os primeiros protótipos do Range Rover usavam a marca Velar para ocultar sua identidade

1970 – Primeiro Range Rover 3 Portas

Após os testes bem-sucedidos com o conceito Velar, o primeiro Range Rover foi revelado para o mundo. A recepção da crítica foi calorosa, graças à combinação rara de capacidade e design elegante. Ele foi o primeiro veículo a oferecer tração permanente nas 4 rodas e tampa do porta-malas dividida, além do capô tipo “clamshell” que envolve as laterais e da linha de cintura contínua

1981 – Range Rover 4 Portas

Depois de 11 anos no mercado, o Range Rover Classic foi lançado em versão de quatro portas, oferecendo mais opções para a base de fãs cada vez maior do veículo.

 

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1994 – Segunda Geração do Range Rover

Mais luxuosa que o seu antecessor, a segunda geração traz detalhes de design tais como a silhueta icônica e os inéditos faróis retangulares substituindo os faróis circulares. Esses detalhes passaram no teste do tempo e tornaram o veículo instantaneamente reconhecível até hoje.

2001 – Terceira Geração do Range Rover

Sempre evoluindo, o Range Rover foi o primeiro a trazer uma carroceria monobloco. A inspiração para o design da carroceria foi tirada do desenho afunilado das lanchas esportivas da marca Riva, enquanto os moitões do luxuoso iate inspiraram os acabamentos metálicos no interior do veículo.

 

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2004 – Range Stormer Concept

O carro-conceito Stormer ficaria famoso por mostrar o caminho que o design do Range Rover iria seguir no futuro, assim como a sua abordagem corajosa para a adoção de novas tecnologias embarcadas nos veículos.

2005 – Lançamento do Range Rover Sport

A introdução do primeiro SUV esportivo na família Range Rover mostrava o compromisso da Land Rover com a performance. As opções de motores incluíam um propulsor 4.2 litros a gasolina de alto desempenho. O Range Rover Sport também oferecia suspensão a ar com articulação cruzada, dando ao motorista opções de altura de rodagem para otimizar o conforto e a condução 4×4, tanto dentro quanto fora de estrada. A altura variável era uma das diversas inovações que refletiam o desempenho dinâmico na aparência do veículo.

 

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2008 – LRX Concept

Este conceito de veículo cross-coupé foi um passo ambicioso e progressivo da equipe de design da Land Rover. Focando em motoristas que raramente dirigem off-road, o conceito preservava a legendária capacidade da Land Rover, mas também abrigava um interior definido pela imprensa como “futurista”.

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O design do conceito LRX viria influenciar grandemente o design do Range Rover Evoque

2011 – Lançamento do Range Rover Evoque

Eleito “Carro do Ano” por diversas publicações, o Range Rover Evoque causou sensação logo que foi apresentado, no Salão de Paris de 2010. Muitos recursos vistos no conceito LRX foram incorporados no luxuoso cross-coupé, incluindo uma nova interpretação do design clássico Range Rover.

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A chegada do Range Rover Evoque trouxe um design novo e ousado

2012 – Range Rover Quarta Geração

A quarta geração do Range Rover foi a primeira a oferecer uma carroceria totalmente de alumínio e tornou-se imediatamente reconhecível pela sua longa distância entre eixos e pelo teto flutuante. O veículo também apresentava a nova geração do sistema Terrain Response® da Land Rover. Esta tecnologia de condução embarcada seleciona automaticamente o melhor ajuste para o terreno.

2013 – Range Rover Híbrido

O primeiro Híbrido da família Range Rover não só trouxe menor consumo de combustível e menos emissões, mas preservou o mais importante: sua capacidade. Para provar isso, o veículo embarcou em uma jornada de 16.000 km de Solihull (Inglaterra) até Mumbai (Índia), através do Himalaia, um ambiente mais que ideal para um test-drive off-road.

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2013 – Range Rover Sport Segunda Geração

Algumas ruas de Nova York foram temporariamente fechadas para que o ator Daniel Craig, o atual James Bond, revelasse o Range Rover Sport atualizado com um motor 3.0 L V6 mais eficiente, entre outros aprimoramentos.

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Maior potência do motor foi um detalhe fundamental na segunda geração do Range Rover Sport

2015 – Lançamento do Range Rover Sport SVR

Projetado para ser um SUV de alta performance e máxima potência, o Range Rover Sport SVR foi o primeiro a ser produzido pela equipe da Divisão de Veículos Especiais. Sendo o mais rápido Range Rover de todos os tempos, o veículo oferece uma experiência de condução inesquecível. A potência do veículo é refletida em detalhes do design, como as ponteiras quádruplas do escapamento e o aerofólio traseiro exclusivo.

2015 – Range Rover SVAutobiography

Ponto máximo de refinamento e sofisticação, o Range Rover SVAutobiography redefiniu a experiência do Range Rover. A atenção aos detalhes se mostra nos acabamentos de alumínio escovado e nos assentos executivos da cabine. No exterior, uma paleta de cores exclusiva garantia aos motoristas o máximo em luxo traduzido no Range Rover. A versão SVAutobiography Dynamic foi lançada logo depois, trazendo um design diferenciado e um potente motor V8 para refletir potência e agilidade na postura do veículo.

 

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2015 – Range Rover Evoque Conversível

Primeiro Range Rover conversível da história, o Evoque Conversível combinou a renomada capacidade Land Rover com recursos atraentes tais como o teto retrátil, mantendo porém a robustez visual criada pelos designers da Land Rover. O resultado é que o primeiro SUV compacto premium do mundo é também o mais versátil SUV conversível 4×4 all-terrain.

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O Range Rover Evoque Conversível foi o primeiro Range Rover do seu tipo

Do ultrassecreto conceito Velar até o primeiro Range Rover Evoque Conversível, a evolução da Range Rover é clara. Sem jamais comprometer a sua capacidade, o luxuoso SUV continua a definir as regras no design, na capacidade e no desempenho dos automóveis.

2017 – Apresentamos o Novo Range Rover Velar

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Uma nova adição à família Range Rover é revelada. Com suas linhas limpas e atraentes e incorporando detalhes de design à frente de seu tempo, o Range Rover Velar promete oferecer um SUV com a mesma versatilidade à toda prova, o mesmo luxo e o mesmo requinte esperados em todos os nossos veículos.

Porsche 901 1964: Rarissimo modelo de 1964 é restaurado e está no museu da marca

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Pela primeira vez o Museu da Porsche na Alemanha vai contar com o 911 mais antigo já produzido, o coupe vermelho foi construído em outubro de 1964 como um dos primeiros modelos de produção em série que na época era conhecido como 901, mas que em seguida foi renomeado para 911 pois o 901 era um nome patenteado pela Peugeot.

Quase 50 anos depois da sua produção a Porsche encontrou esse modelo abandonado em um celeiro no interior da Alemanha e como era um modelo muito raro ela resolveu comprar e restaurar o modelo.

O modelo foi encontrado sem querer por uma equipe de TV alemã que procura por itens antigos e  colecionáveis e acabou encontrando dois 911 da década de 60. Depois de consultar a Porsche um dos modelos era de numero 300.057, um dos modelos da primeira fornada do 901 antes de se tornar 911, e esse era exatamente o modelo que faltava para a coleção da marca.

Com isso a Porsche comprou os dois modelos e restaurou o modelo de numero 57 e agora coloca em exposição no museu da marca.

Confira as fotos da restauração abaixo:

 

 

Ford comemora 100 anos de liderança e inovação no segmento de picapes

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A Ford comemora 100 anos de liderança e inovação no segmento de picapes. A data é celebrada hoje (27 de julho) com uma história que começou com o lançamento do Ford TT em 1917 e continua com as atuais linhas Ranger e Série F, incluindo a F-150, picape mais vendida do mundo. Nascidada visão do fundador da empresa, Henry Ford, de criar um veículo comercial com chassi reforçado e espaço para carga na traseira, a primeira picape foi derivada do lendário Modelo T, que mudou a indústria automotiva e a própria natureza do trabalho.

Hoje, as picapes Ford estão entre os veículos mais emblemáticos da marca. A Série F é a picape mais vendida nos Estados Unidos há 40 anos consecutivos e o veículo mais vendido do mercado há 35 anos, com mais de 26 milhões de unidades. A Ranger está presente em centenas países, inclusive o Brasil onde tem longa tradição.

A história de picapes da Ford é marcada pelo desenvolvimento de contínuas inovações. Uma referência mundial em desempenho, segurança, eficiência, economia e conforto desses veículos, sempre ouvindo os consumidores que fazem uso das picapes para o trabalho, o dia a dia e o lazer em todo o mundo.

Nasce uma lenda

Nove anos depois do lançamento do primeiro Modelo T, os consumidores queriam um veículo com maior capacidade de carga para uso em serviço e entregas. Em 27 de julho de 1917, a Ford respondeu com o Modelo TT, com o mesmo motor e cabine do Modelo T, mas com um chassi mais pesado capaz de transportar uma tonelada de carga útil. Com preço de fábrica de US$600, vendeu 209 unidades naquele ano.

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Como no trator Fordson (lançado para a agricultura em 1917), Henry Ford imaginou um chassi capaz de acomodar diferentes caçambas e implementos fornecidos por terceiros, aumentando a versatilidade para o trabalho. Foi uma fórmula de sucesso: a Ford vendeu 1,3 milhão de Modelos TT até 1928, quando ele foi substitído pelo Modelo AA com chassi de 1,5 tonelada.

Henry Ford vendia suas picapes principalmente em áreas rurais. “As picapes modelo AA, em particular, foram muito bem aceitas por esses clientes, que podiam usá-las tanto na fazenda como para ir à igreja no domingo”, destaca Bob Kreipke, historiador da Ford.

Como o Modelo TT, o Modelo AA era oferecido apenas como chassi-cabine, em dois comprimentos, com motor e eixo de maior capacidade. O segmento se tornou altamente competitivo e a Ford substituiu o Modelo AA pelo Modelo BB em 1933, usado em aplicações como veículo de entrega, transporte de animais e ambulância. Dois anos depois, a Ford introduziu o Modelo 50, equipado com seu famoso motor V8 Flathead.

Em 1941, a Ford vendeu mais de 4 milhões de picapes. A mudança da produção devido à guerra reduziu as vendas para os consumidores, mas trouxe um ganho de experiência na construção de picapes militares pesadas e 4×4 para transporte de pessoal. Um ano depois da retomada da produção para os consumidores, em 1947, a Ford aproveitou esse conhecimento para oferecer mais inovações aos clientes.

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“Após a guerra, muitos americanos das áreas rurais se mudaram para centros urbanos e suburbanos procurando trabalho, e muitos levaram suas picapes Ford com eles”, diz Kreipke. “A Ford viu isso como uma oportunidade e começou a trabalhar numa nova geração de picapes em 1948, que ficou conhecida como Série F ‘Bonus Built’”.

Esta primeira geração da Séria F ia da F-1 de meia tonelada à picape F-8 muito maior. Com a chegada da Série F de segunda geração em 1953, a Ford aumentou a capacidade e potência do motor e renomeou a linha. A F-1 tornou-se F-100 e as picapes F-2 e F-3 foram integradas na nova F-250. F-4 tornou-se F-350. As picapes Classe 8 formaram uma nova unidade de picapes comerciais, que trouxe as famosas picapes Séries C, H, L, N, T e W da Ford.

Ao longo desse período, as picapes da Ford começaram a parecer menos utilitárias, com pintura em dois tons, transmissão automática e sistemas aprimorados de climatização e rádio. A F-100 1953 introduziu novos itens de série como apoios de braço, luzes de cabine e quebra-sol. Com cabine mais baixa e mais larga, a nova picape tinha para-choques dianteiros integrados e design mais aerodinâmico.

Em 1957, a Ford estreou uma picape baseada em automóvel – a Falcon Ranchero. Anunciado como “Mais que um carro! Mais que uma picape!”, ela trouxe confortos de carro para os consumidores.

Raça forte

Em 1961 – 44 anos após o Modelo TT – a Ford introduziu a quarta geração da Série F. Mais baixa e elegante, estreou a revolucionária suspensão dianteira “twin-I-beam” da marca. O pacote Ranger de luxo surgiu em 1967, enfatizando o conforto e durabilidade, com direção e freios hidráulicos e chassi de perfil menor. A versão com cabine estendida SuperCab introduzida em 1974 trazia bancos mais confortáveis ​​para uso profissional e familiar.

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Com a chegada da Série F de sexta geração, em 1975, a Ford substituiu a popular F-100 pela F-150, com maior capacidade para combater as picapes C/K da General Motors. Em 1977, a Série F assumiu a liderança de vendas que, 26 milhões de picapes depois, a Ford não perdeu mais.

Mais que veículos de trabalho, as picapes estavam se tornando rapidamente veículos familiares universais, segundo Kreipke. Em vez de alugar uma picape para um serviço ou reboque, as pessoas agora possuíam esses veículos para trabalhar e viajar com a família no fim de semana. As picapes da Ford se adaptaram à mudança do estilo de vida americano, mais ativo.

Versões especiais, como o pacote Lariat introduzido em 1978, ofereciam mais recursos de conforto, como ar-condicionado, bancos de couro, travas e vidros elétricos. Em 1982, a Ford lançou a Ranger, uma picape média totalmente nova. Versátil e eficiente, a Ranger rapidamente criou reputação de veículo robusto e capaz, fazendo sucesso em diversos mercados ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Agora, depois de um período de sete anos, a Ranger será relançada na América do Norte em 2019.

 

F-150 e Ranger

Em 1998, a Ford lançou a Série F Super Duty, para serviço pesado. E expandiu a linha com novos pacotes de acabamento e tecnologia, como King Ranch, Platinum e Limited, trazendo bancos premium de couro, multimídia SYNC com navegação, teto solar, bancos aquecidos e maior capacidade de carga.

Os motores também evoluíram. A tecnologia de motor V6 EcoBoost estreou em 2011, com novo patamar de potência e economia. A F-150 2015 introduziu a carroceria de liga de alumínio de alta resistência, de nível militar, estendida depois às picapes Super Duty 2017.

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A inovação continuou no segmento de picapes especiais, com as versões F-150 Harley-Davidson, SVT Lightning e Raptor – a primeira picape off-road de um grande fabricante inspirada nas corridas do deserto. A F-150 Raptor 2017 de segunda geração tem hoje motor V6 EcoBoost de mais de 450 cv, transmissão de 10 velocidades e um exclusivo sistema de gerenciamento de terreno, com diferencial e caixa de transferência e eletrônica.

Líder na Europa, a Ranger é uma referência em picapes médias. A sua presença na América do Sul é formada pelos modelos 2.2 e 3.2 Diesel e 2.5 Flex, com sete airbags, controles de estabilidade, tração e enticapotamento, sistema multimídia SYNC e outras tecnologias avançadas.

Ford Escort XR3 completa 35 anos de lançamento na Europa

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O Ford Escort XR3, versão esportiva do compacto que foi um dos maiores sucessos da indústria automotiva mundial, completou 35 anos de lançamento na Europa. No Brasil, o modelo chegou um ano depois, em 1983 – com a mesma aparência do europeu, mas sem injeção eletrônica – e logo se tornou o sonho de consumo de uma geração. Recentemente, o Escort ganhou destaque na mídia mundial com o lançamento de uma nova versão na China.

Com nome derivado de “Experimental Research 3”, o XR3 era equipado com motor 1.6 a álcool de 82,9 cv. Externamente, trazia defletor dianteiro, aerofólio traseiro, teto solar de vidro com persiana interna, faróis de longo alcance com lavadores e de neblina. O interior tinha bancos esportivos e painel bem equipado. Seu visual arrojado também garantia o melhor coeficiente aerodinâmico do mercado na época (Cx 0,385).

Em 1985 o hatch ganhou a versão conversível, um ícone da linha, com sistema de acionamento manual que facilitava a movimentação da capota e vidro vigia traseiro com desembaçador elétrico.

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No modelo 1987, o XR3 foi reestilizado com linhas mais suaves e para-choques de plástico envolventes que melhoraram a aerodinâmica, novas rodas de alumínio, aerofólio, painel com iluminação indireta e volante com revestimento imitando couro perfurado.

Em 1989, o Escort XR3 passou a ter motor 1.8 de 99 cv. Na linha 1990, além de aerofólio redesenhado e para-choques e saias na cor da carroceria, o conversível introduziu a capota com acionamento eletro-hidráulico. Em 1991, a série limitada XR3 Fórmula trouxe amortecedores ajustáveis com controle eletrônico, variando a carga conforme a velocidade. No fim da série, esses amortecedores passaram a ser oferecidos como opcionais no XR3 1992.

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Segunda geração

A segunda geração do Escort nacional foi apresentada em 1992, com distância entre-eixos aumentada de 2,40 m para 2,52 m, que melhorou o espaço interno, e carroceria mais aerodinâmica (Cx 0,35). O XR3 ganhou motor 2.0 de 115,5 cv, com injeção multiponto LE-Jetronic – mais tarde trocada pela EEC-IV –, freio a disco nas quatro rodas e suspensão mais firme, além de faróis de duplo refletor e faróis de neblina no para-choque. Outra novidade da linha foi o lançamento da versão de entrada Escort Hobby, com a carroceria antiga e motor 1.6.

Em 1996, a produção do Escort saiu de São Bernardo do Campo, abrindo espaço para o Fiesta brasileiro, e foi concentrada em Pacheco, na Argentina. A versão esportiva deixou o nome XR3 e passou a se chamar “Racer”. Em 1997, a família teve o esportivo Escort RS, hatch 3 portas com motor Zetec 1.8.

O Escort despediu-se do mercado em 2003, deixando um legado de muitos fãs e inovações durante seus 20 anos de produção.

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VW Voyage atinge a marca de 1.500.000 unidades produzidas no Brasil

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Maior fabricante de veículos da história do País, a Volkswagen do Brasil acaba de conquistar a marca de 1,5 milhão de unidades do modelo Voyage produzidas no País. O marco produtivo foi representado pelo Voyage Highline na cor azul Lagoon, fabricado na unidade de Taubaté, no interior de São Paulo.

Derivado do Gol, o Voyage foi lançado em julho de 1981 e foi totalmente projetado e desenvolvido no Brasil. Ao longo de sua história, já teve mais de 420 mil unidades exportadas para 61 países. Quinto modelo Volkswagen mais vendido do mercado brasileiro, o Voyage registrou 26.074 unidades comercializadas no mercado nacional em 2016.

História

Oferecido inicialmente apenas com carroceria de duas portas, o Voyage foi lançado nas versões S e LS, com opção de motores movidos a álcool ou a gasolina, ambos de 1,5 litro e refrigerados a água. O câmbio era de quatro marchas.
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A produção do Voyage teve início na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, que fabricou 340.891 unidades do carro em dois períodos: entre 1981 e 1987 e entre 1990 e 1996. Nos anos de 1988 e 1989 o carro foi produzido na fábrica de Taubaté, no interior do estado de São Paulo. Desde 2008, o modelo é produzido exclusivamente na unidade de Taubaté, na mesma linha em que é fabricado também o Novo Gol.

O nome Voyage significa “viagem” em francês e foi escolhido para o carro pela conotação de qualidades como charme e beleza. O Voyage apresenta design versátil com formas, linhas e proporções harmônicas, combinando uma imagem clássica com modernidade.

Pelo mundo

Uma curiosidade sobre as exportações do Voyage é que o sedã somente é comercializado com este nome no Chile, Colômbia e Argentina. Nos demais países da América do Sul, América Central e México, o Voyage é conhecido como Gol Sedan.
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Já nos Estados Unidos e no Canadá, onde foi vendido durante um período de sete anos (de 1987 a 1993), foi chamado de Fox (o atual modelo com este nome ainda não existia) e somou mais 202 mil unidades comercializadas. Na ocasião, o Voyage exportado já contava com uma novidade para a época que era um inédito sistema de injeção de combustível. Em relação às versões comercializadas no Brasil, os modelos receberam aproximadamente 2.000 modificações, incluindo suspensão e câmbio de quatro marchas com “overdrive” (longo).

Atualmente, o Voyage é exportado para oito países: Argentina, México, Bolívia, Chile, Colômbia, Peru, Paraguai e Uruguai. Entre os 61 países onde o Voyage já foi comercializado estão Egito, Haiti, Libéria, Bahamas, Angola e Jordânia.

Evolução constante

A versão inicial do Voyage passou por inúmeras atualizações ao longo de sua história, marcada também por várias séries especiais, a começar pelo Voyage Plus, de 1983, e o Voyage Los Angeles, caracterizado pela cor azul metálica, que homenageava os Jogos Olímpicos realizados na cidade americana. Sua produção se estendeu até 1996, quando o modelo foi substituído no portfólio da Volkswagen pelo recém-chegado Polo Classic.
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Em 2008, com plataforma totalmente nova e desenvolvido simultaneamente com a quinta geração do Gol, o Voyage retornou ao mercado, trazendo motor transversal, maior espaço interno e tecnologia e conforto condizentes com os novos níveis de exigência do mercado brasileiro do século 21. Oferecido com motores TotalFlex 1.0 e 1.6, a partir do ano seguinte ele também passou a contar com a opção da transmissão automatizada I-Motion.

De lá para cá, ano a ano, o sedã vem se modernizando e inovando sua categoria. Seja em estilo ou em equipamentos de série. No início de 2016, o sedã recebeu na linha 2017, entre outras novidades, a evolução de design, um interior completamente novo e passou a contar com a tecnologia Volkswagen App-Connect, a mais inovadora em sistemas de infotainment no mercado.

Cronologia
 
1981 – Lançamento do sedã, com duas portas, motor de 1,5 litro refrigerado a água (o mesmo usado no VW Passat) a álcool ou gasolina, nas versões S (Super) e LS (Luxo Super)
 
1982 – Eleito Carro do Ano pela revista AutoEsporte. Início da fabricação também na Argentina, onde foi inicialmente comercializado com o nome Gacel, e da exportação para países da América do Sul com os nomes Senda e Amazon
 
1983 – Primeira série especial, o Voyage Plus. Motor passa a ser 1.6
 
1984 – Lançamento da versão com quatro portas. Série especial Los Angeles, homenagem aos Jogos Olímpicos realizados nos Estados Unidos, na cor azul metálico e equipamento diferenciado como bancos Recaro e aerofólio traseiro (limitada a duas mil unidades). Câmbio de cinco marchas passa a ser oferecido como opcional
 
1985 – Passa a utilizar os motores AP (alta performance) 1.6 e 1.8
 
1986 – Série especial “GLS Super” com motor 1.8
 
1987 – Início das exportações para os Estados Unidos (Projeto 99), juntamente com a Parati. Durante sete anos, rebatizado de Fox, o Voyage, teve 202.062 unidades exportadas para os EUA. Para atender às exigências legais e do mercado americano, as versões CL (Comfort Luxo), GL (Gran Luxo) e GLS (Gran Luxo Super) passaram por aproximadamente 2.000 modificações, incluindo mudanças na suspensão, câmbio de quatro marchas com overdrive, novos faróis, lanternas e para-choques
 
1990 – Comemoração da produção de 600.000 unidades do Voyage no Brasil.
 
1991 – Nova dianteira: mudanças nos faróis, lanternas, grades, capô e para-lamas. O Voyage atinge a marca de 700.000 unidades produzidas, dessas mais de 400.000 foram destinadas ao mercado interno e o restante para o externo, principalmente para os Estados Unidos, e Argentina (onde recebeu o nome de Gacel e Senda), além de outros países da América Latina, África e Europa. Até 1991 a VW já havia exportado mais de 170 mil unidades para os EUA.
 
1993 – Série especial Sport, com motor 1.8
 
1994 a 1995 – Novas cores e revestimentos. Novos rádio e toca-fitas, como itens opcionais
1996 – A produção do Voyage é encerrada após 465.176 unidades fabricadas, dando lugar ao Polo Classic
 
2008 – Volta do Voyage após 12 anos de ausência do mercado. Desenvolvido juntamente com o Gol, o carro tem motor transversal 1.0 ou 1.6 e linhas completamente novas.
 
2009 – Versão I-Motion, com câmbio automatizado ASG e motor 1.6
 
2010 – Novos equipamentos de série: temporizador do limpador do para-brisa, Módulo Alto-falantes e o Módulo Preparação, nas versões 1.0 e 1.6
 
2012 – Alcança o marco de 1 milhão de unidades produzidas no Brasil. Sedã passa a contar com design global e equipamentos inéditos. Novo Voyage traz a nova geração de motores 1.0l, da família EA111. O novo propulsor traz a nova denominação TEC (Tecnologia para Economia de Combustível).
 
2014 – passam a utilizar nomenclatura global para diferenciar suas respectivas versões: Trendline, Comfortline e Highline. E mais: com a linha 2015, a Volkswagen lança o Voyage Evidence, posicionado acima da versão Highline
 
2016 – Modelo recebe evolução de design, interior completamente novo e a tecnologia Volkswagen App-Connect, a mais inovadora em sistemas de infotainment no mercado. Estreia do motor 1.0l de três cilindros Total Flex (82 cv) na linha Voyage.
 
2017 – Conquista a marca de 1,5 milhão de unidades produzidas.

Ford e Mario Andretti resgatam a história do automobilismo de 50 anos do GT40

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A Ford relembra uma parte importante da história do automobilismo mundial no também marcante autódromo de Sebring, na Flórida. Foi nessa pista há 50 anos que a marca venceu a tradicional corrida de resistência com o pioneiro Ford GT40 Mk IV amarelo, de número 1, pilotado por Mario Andretti e Bruce McLaren. Neste final de semana, o novo Ford GT disputa as 12 Horas de Sebring de olho na história.

As duas gerações do GT são ícones da linhagem da Ford Performance que retornou às pistas no ano passado com o mesmo espírito vencedor. Andretti, que também foi piloto da Fórmula 1, participou do desenvolvimento do Ford GT40 original e continua a acompanhar a evolução do carro, como amigo do dono da equipe Chip Ganassi.

Para o piloto, vencer em Sebring foi o resultado de um carro muito competitivo. O GT Mk IV amarelo está até hoje exposto no Barber Motorsports Park, no Alabama. Ele relembrou que ganhar na pista de Sebring era realmente muito importante dentro do projeto da Ford para as 24 Horas de Le Mans, prova que dominou de 1966 a 1969. Andretti resgata suas memórias para os fãs do automobilismo.

FordGT40MkIV

Sobre o Mk IV: “Quando você ganha, você se apaixona pelo carro. Era um carro muito, muito bom. Participei do desenvolvimento do Mk II e Mk IV. Trabalhamos muito nesses carros, que foram invejados pela Ferrari, pela Porsche e todos os outros fabricantes. Sinceramente, acho que eles ficaram intimidados. Foi uma prova dura em Sebring. Ventava muito, um pedaço de papel fechou a entrada de ar da cabine e sofremos com o grande calor, mas isso no fim deu mais sabor à vitória”.

FordGT40-MarioAndretti_BruceMcLaren

Sobre Bruce McLaren: “Tivemos um relacionamento de equipe muito bom. Pessoalmente, ele era uma pessoa fácil de ser amigo. Profissionalmente, era um piloto muito técnico e me ensinou muito para eu chegar à  Fórmula 1. No automobilismo, é importante ter um grande companheiro de equipe.”

Sobre o GT40: “Foi um intenso desenvolvimento pela Ford, que assumiu todo o compromisso para ter mais que um superesportivo. Foram muitos testes, incluindo rodagens de 24 horas consecutivas em Daytona. É realmente gratificante quando uma empresa faz esse tipo de comprometimento. É por isso ganhou e eu adorei.”

Sobre Chip Ganassi: “A Ford acertou ao trazer Chip Ganassi, um grande e experiente  chefe de equipe. Liderando esse projeto, ele tem dado um grande orgulho ao time, o que não é surpresa porque tem muito sucesso em tudo que faz.”

Sobre a conexão entre o novo Ford GT e o GT40: “Os dois carros têm muita conexão em partes do design. Ele manteve o espírito do modelo vencedor. Aerodinamicamente, tem cara de mau, eficiente, é uma supermáquina. Adorei isso há 50 anos e adoro isso agora. A Ford fez um trabalho incrível.”

História: 10 conceitos do Ford Mustang que nunca foram lançados

 

A Ford revelou nos Estados Unidos alguns “segredos” do Mustang dos anos 60 e 70 que nunca chegaram, de fato, às linhas de montagem, mas ajudam a contar a história do esportivo. Em meio século de existência, o modelo está na sexta geração e a coleção de dez conceitos de design (veja as fotos anexas) nunca lançados contribui para aumentar a paixão entre os entusiastas e estudiosos desse mítico carro da Ford.

Em cada uma de suas gerações o Mustang sofreu muitas alterações e evoluções, representando a tendência de diferentes épocas. A coleção de conceitos do início do modelo mostra como se formou o DNA e a personalidade do esportivo mais vendido do mundo.

No desenvolvimento de um novo veículo são produzidos muitos “sketches” (desenhos) e carros em clay (argila) em escala natural. No caso da evolução do esportivo-símbolo da marca, esse processo exigiu ainda muitos protótipos, fase em que se trata de dar forma a um modelo, nas décadas de 1960 e 1970, que hoje formam um interessante museu dos “Não Mustang”.

Conheça as imagens inéditas de dez destes conceitos do puro-sangue:

  • 1961 – Os protótipos iniciais trazem as primeiras ideias do que seria o Mustang: este modelo foi batizado de Aventura e posteriormente de Allegro, mas foi rejeitado por ter apenas dois lugares.

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  • 1962 – Definem-se as dimensões: o Mustang vai ganhando forma e a equipe de design liderada por Gene Bordinat já define perfeitamente as dimensões do modelo final.

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  • 1963 – Mais próximo do Mustang: o modelo em argila mostra as linhas quase definitivas do Mustang, apesar de a dianteira ainda ter um puma no lugar do cavalo. Nos painéis dianteiros há a inscrição Torino.

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  • 1964 – O cupê de dois lugares: a Ford também considerou fabricar um Mustang de dois lugares – menor, mas com as mesmas linhas – para concorrer com os modelos europeus da Jaguar, MG e Austin.

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  • 1965 – Um quatro portas: o êxito do Mustang foi tanto que a Ford apresentou novas versões para aproveitar o sucesso do esportivo. Uma dessas propostas foi o modelo de quatro portas, que nunca se tornou realidade.

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  • 1966 – Olhando para a Europa: outra versão tinha carroceria familiar com duas portas, ao estilo “shooting brake” de alguns modelos europeus, para manter a aparência esportiva.

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  • 1966 – Esportivo radical: o Mach I Concept foi apresentado no Salão do Automóvel de Detroit de 1966 com o objetivo de ser uma atualização do Mustang. Apesar de alguns itens de estilo terem sido incorporados no Mustang II, este conceito nunca chegou a ser produzido.

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  • 1971 – Renovação total: a única coisa que faz lembrar o Mustang original neste protótipo é o emblema do cavalo na dianteira.

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  • 1971 – Mais próximo do sucessor: a dianteira deste conceito anuncia a volta aos faróis separados da grade da segunda geração, embora a silhueta do modelo seja diferente.

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  • 1971 – Procuram-se ideias: a Ford encarregou o estúdio de design Ghia, da Itália, de propor o visual para o novo Mustang. O resultado foi um protótipo muito elegante, mas que tinha pouco a ver com o estilo da marca.

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Mercedes-Benz W120 (1953-1962): 2ª geração do Classe E

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Mercedes-Benz W120 foi o primeiro carro da Mercedes-Benz com plataforma monobloco. O modelo de  1953 foi o sucessor do W170 no mercado, o carro também é conhecido como Little Ponton Mercedes. Sucessor do W 120 e sua irmã modelo W121 foi apresentada em 1961.

Lançado em 1953 (2ª geração do Classe E), tinha um design incomum para a época, esse modelo ficou popularmente conhecido como “Ponton”. Além de ser o primeiro Mercedes pós-guerra, também iniciou a fabricação das carrocerias monobloco de segurança. 

Fabricado até 1962, introduziu em 1956 a era “modelo 219” com o motor do roadster 190 SL e apenas um carburador que gerava 84 cv. Foram fabricados em Sindelfingenm pequena cidade na Alemanha onde a maioria dos habitantes trabalhava na fabrica da Mercedes. O modelo foi exportado para 136 países.

Modelos 

Código do chassi

Anos

Modelo

Motor

Vendas

W120 sedan

W120.010

1953-1957

180

1,8 L M136 I4

52.186

1957-1959

180a

1,9 L M121 I4

27 353

1959-1961

180b

29.415

1961-1962

180c

9.280

W120.110

1953-1959

180 D

1,8 L OM636 Diesel I4

116.485

1959-1961

180Db

24 676

1961-1962

180Dc

1,8 L OM621 Diesel I4

11.822

W121 sedan

W121.010

1956-1959

190

1,9 L M121 I4

61.345

1959-1961

190b

1,9 L M121 I4

28.463

W121.110

1958-1959

190D

1,9 L Diesel I4

20 629

1959-1961

190Db

1,9 L OM621 Diesel I4

61.309

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